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PINGOS ONLINE (aetcf)

Jornal Online-Divulgação de informação e atividades em tempo real das Escolas do AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TONDELA CÂNDIDO FIGUEIREDO-Rua António Quadros-Apartado 503460 - 521 Tondela; Telefone: 232 819 050

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DIRETORA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TONDELA CÂNDIDO FIGUEIREDO FOI ORADORA NO SEMINÁRIO PROMOVIDO PELO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

 

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O Conselho Nacional de Educação, dando continuidade ao ciclo de seminários dedicados à reflexão sobre a Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE), organizou mais esta iniciativa dedicada à temática que respeita ao cumprimento da escolaridade obrigatória, diferenciação de trajetos, equidade e sucesso no sistema educativo.  O evento decorreu a 16 de maio, em Viseu, na Escola Secundária Alves Martins e contou com a participação da Diretora do Agrupamento de Escolas de Tondela Cândido, Helena Gonçalves, sendo oradora convidada, pelo CNE, no Painel - Diferenciação de trajetos: como e quando?

Na sua intervenção apresentou a sua reflexão informada sobre as políticas educativas dos últimos 30 anos conjugando-a com a sua experiência, tecendo ainda considerações em torno de algumas questões e desafios que uma escolaridade obrigatória de 12 anos coloca à escola e ao País.

Feito o enquadramento relativo a alguma melhoraria dos indicadores de eficácia do sistema de ensino, referiu que este cenário positivo, ainda não significa que todos adquirem as aprendizagens e competências consideradas essenciais, dado que alguns alunos continuam sem encontrar um rumo na escola.

Abordando a questão de como e quando diferenciar trajetos formativos, tendo em conta que estão em causa alunos que não se enquadram em modelos rígidos, defendeu que a resposta a esta questão se situa entre a necessidade de se «garantir que todos percorram um certo caminho comum do qual constam as competências que todos precisarão” (Roldão, 1999, p.26) não se podendo predefinir uma data comum idealmente aplicável para diferenciar currículos. Na definição desses percursos formativos diferenciados, importa que se identifiquem as causas subjacentes ao insucesso de cada um, disciplinares, cognitivas, afetivas e, a partir dai, decidir e construir o percurso e o perfil de formação, com vista à aquisição de competências, ao seu sucesso e integração na vida ativa/inserção mercado de trabalho.

No final, o Presidente do Conselho Nacional de Educação bem como os outros participantes louvaram aquela abordagem e agradeceram tão profícuo e enriquecedor contributo da comunicação.